O Poder de Abraçar o “Lado Sombrio” para se Tornar Magnético
Muitas vezes, a chave para se tornar a versão mais magnética e atraente de si mesmo reside em, ironicamente, abraçar aquilo que consideramos nosso “lado mau” ou sombrio. O que a maioria das pessoas não percebe é que, ao evitar certas partes de si mesmas, elas acabam se tornando magneticamente atraídas por aquilo que não desejam.
Este artigo detalha um passo a passo para transformar sua vida de dentro para fora, focando na aceitação dessas partes renegadas.
Por Que Ser Apenas “Bom” Pode Ser Contraproducente
Quando você se esforça constantemente para ser “bonzinho” ou agradável, corre o risco de se abandonar, tentando atender às expectativas que você acredita que os outros têm de você.
O grau em que você abraça o que é percebido como “mau” é diretamente proporcional ao quão magnético e atraente você se torna. Isso acontece porque a maioria das pessoas não aceita o seu lado sombra. Elas vivem na energia de agradar ou tentar fazer os outros felizes, o que as leva a abandonar a si mesmas.
Isso remete à infância. Se você teve experiências dolorosas ou aprendeu que não deveria ser de certa forma (evitando ser como alguém que você não admirava), você pode ter rejeitado um aspecto fundamental de si mesmo.
A Confusão Entre Bondade e Autenticidade
É crucial entender que estabelecer limites com os outros pode ser percebido como “mau” pela sua criança interior, especialmente se você não foi permitido a impor limites ou sentia culpa ao fazê-lo.
O que você percebe como ser “bom” para os outros pode ser, na verdade, inautêntico para você. Na infância, ser autêntico, não agradar a todos, ou expressar-se livremente poderia ser visto como algo negativo. A criança internaliza que precisa ser boa para todos para ser amada e aceita.
O ponto de virada acontece quando você reconhece que, se não houve validação e aprovação na infância, você pode ter passado a valorizar e confundir aprovação e validação com amor incondicional. Seu sistema nervoso se sintoniza com a necessidade de obter aprovação externa para se sentir seguro.
Assim, a base para buscar o amor torna-se a necessidade de aprovação alheia. Para conseguir essa aprovação, você acredita que precisa ser “bom” — o bom menino ou boa menina —, pois ser “mau” significava dor e perda do amor e aprovação dos pais, o que era essencial para se sentir merecedor e completo.
Gerenciar as emoções dos outros para garantir sua aceitação, mesmo que isso signifique abandonar a si mesmo, é onde muitos tropeçam.
O Paradoxo da Autenticidade e Falsidade
Muitas pessoas se sentem presas em empregos ou situações que odeiam, sentindo que estão “fingindo ser” uma versão empoderada de si mesmas. No entanto, é mais falso permanecer em uma realidade que você sabe que não reflete quem você realmente é. Você já está abandonando a si mesmo ao manter essa fachada de sobrevivência.
O mesmo se aplica a relacionamentos não recíprocos. Se você se abandona para manter a relação, e o abandono surge, você questiona o porquê, ignorando o fato de que você já estava se abandonando. Estar “bem” para obter aprovação significa abandonar a parte de você que precisa abraçar o seu lado não-agradável (autêntico).
A vulnerabilidade em conversas difíceis, por exemplo, pode restabelecer dinâmicas energéticas saudáveis. Embora essas conversas possam gerar medo — pois no passado expressar-se resultou em dor ou internalização de que havia algo errado com você —, elas promovem respeito e conexão mais profundos, vindos da autenticidade, e não da busca por validação.
A Relação Entre Medo, Confiança e Expressão
Fingir confiança não é o mesmo que ser confiante. A verdadeira confiança se constrói através da repetição. Não há nada de errado em sentir medo e, ainda assim, agir. Ao fazer algo repetidamente, mesmo com medo (como expressar seus sentimentos ou atração), você se torna mais confiante.
Se, no passado, expressar seus sentimentos resultou em dor ou rejeição, você evitará essa expressão. Mas ao se forçar a expressar, mesmo que as primeiras vezes sejam desconfortáveis, você gradualmente ganha confiança.
A Atração e a Repulsão Saudável
Pessoas que abraçam a autenticidade (o que alguns chamam de “ser mau”, ou seja, ser expressivo e autêntico) não se apegam à opinião alheia. Isso indica um nível de aprovação interna.
É importante entender que algumas pessoas estarão sempre comprometidas em pensar mal de você, independentemente do que você faça. Há uma grande liberdade em perceber que gerenciar a interpretação que os outros têm de você é um fardo que não lhe pertence.
Você não precisa ser um ímã para todos. Na verdade, é saudável repelir certas pessoas. O grau em que você abraça a capacidade de repelir é o mesmo grau em que você se torna magnético e atraente, pois isso reflete autenticidade.
Liberdade Através da Autonomia de Aprovação
Você não precisa da aprovação ou validação externa. Você deve se aprovar e se validar por ser a sua versão real, vivendo de acordo com valores que não colocam a aprovação alheia no topo da lista.
A verdadeira liberdade surge quando você se permite ser quem realmente é, sem se preocupar se os outros gostam ou não. **A liberdade é a habilidade de ser malvisto.** Se você está bem com a possibilidade de não agradar, isso é liberdade.
Tentar agradar a todos é um fardo que leva ao esgotamento energético, pois inconscientemente você está sintonizando seu sistema nervoso para descobrir quem precisa ser para obter aprovação em qualquer ambiente social.
Quebrando Padrões de Sobrevivência
Muitos se identificam como “agradadores de pessoas” (people pleasers) ou “empátas” sensíveis. No entanto, esses rótulos podem se tornar desculpas para manter padrões de sobrevivência estabelecidos na infância — como a necessidade de controlar as emoções alheias para se sentir seguro.
Você não é seus padrões. Reconhecer que você tem um padrão de agradar, mas não é inerentemente essa pessoa, é o ponto de partida para a transformação. Se você abandonou a si mesmo no passado para agradar, os outros espelharão esse tratamento.
A liberdade é alcançada quando você reconhece o padrão, o completa e se reprograma para a merecimento, amor e completude, priorizando sua própria aprovação.
Perguntas Frequentes
- O que significa “abraçar o lado sombrio” neste contexto?
Significa ser autêntico, expressivo e aceitar os aspectos de si mesmo que foram reprimidos ou considerados “maus” pela sociedade ou família no passado. - Por que eu me sinto atraído por coisas que não quero?
Isso ocorre porque, ao evitar uma parte de si mesmo (o lado sombrio), você atrai energeticamente essa rejeição ou o que você está negando. - Como estabelecer limites pode ser percebido como “mau”?
Se na infância você foi punido ou se sentiu culpado por estabelecer limites, seu sistema pode ter aprendido que ser assertivo é algo negativo ou “mau”. - Qual é o papel da autenticidade na atração magnética?
A autenticidade (ser você mesmo, sem se importar com a aprovação) repele pessoas que não são compatíveis e atrai aquelas que ressoam com sua verdadeira energia. - É saudável querer repelir algumas pessoas?
Sim, é saudável e necessário. A capacidade de ser reprovado ou repelir certas pessoas é um sinal de que você está sendo autêntico e não se está abandonando para agradar a todos.
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