Eu Bebi Ayahuasca: O Que Aconteceu Mudou Minha Vida

A Jornada Transformadora com Ayahuasca: Ciência, Experiências e Cura

A história de uma cura profunda pode ser impressionante. Houve um relato de uma pessoa que, após uma experiência intensa, olhou para fora como se visse o mundo pela primeira vez e declarou: “Eu acabei de expelir meu câncer”. Após ir ao médico, a confirmação veio: o câncer havia desaparecido.

Nossa exploração sobre esta jornada começa há milhares de anos, nas profundezas da floresta amazônica. As lendas antigas narram que as primeiras instruções para preparar a bebida de Ayahuasca vieram dos próprios espíritos das plantas. Eles teriam guiado os xamãs nativos a coletar duas plantas específicas e combiná-las em uma bebida espessa.

Ao consumir esta poção turva, o xamã passaria por uma percepção transcendente da realidade por 4 a 8 horas. Um nível elevado de sensibilidade e conexão com todas as coisas os dominaria, resultando em visões de padrões geométricos, espíritos ou formações sobrenaturais que se desdobravam em sua mente. Nessa experiência, eles recebiam sabedoria e orientação do além-véu. A partir disso, o xamã utilizava essa consciência ampliada para adquirir conhecimento do mundo e guiar seu povo, permitindo que toda a coletividade prosperasse em seu pequeno nicho de civilização primitiva.

Para muitos no mundo atual, a origem da Ayahuasca pode soar como um conto fantasioso. Afinal, para que a história seja verdadeira, é preciso aceitar que as plantas possuem almas e podem se comunicar com os seres humanos. No entanto, considerando que a Amazônia abriga mais de 80.000 espécies de plantas, surge a questão: como esses povos antigos chegaram a uma combinação tão improvável para produzir uma bebida tão notável?

Hoje, um dos maiores mistérios globais é a experiência mística e única da Ayahuasca. Ela é cada vez mais reconhecida por seu papel poderoso no auxílio à superação de doenças, vícios, depressão e ansiedade. Não é surpresa que, no mundo contemporâneo, lutando contra diversas enfermidades, muitos estejam recorrendo às medicinas vegetais xamânicas em busca de respostas.

O que é a Ayahuasca? A Ciência por Trás da Bebida

Antes de tudo, é crucial entender o que é essa substância. A Ayahuasca é uma infusão, uma bebida espessa e soposa, criada primordialmente a partir de duas plantas: as folhas da Psychotria viridis e a videira da Banisteriopsis caapi.

A planta Psychotria contém uma grande quantidade de DMT (Dimetiltriptamina), uma molécula produzida em pequenas doses pelo nosso cérebro quando sonhamos, e em quantidades maiores quando nascemos e quando morremos. Essa molécula também é encontrada na natureza, mas geralmente não afeta o corpo humano quando consumida. Isso ocorre porque nosso corpo a decompõe com uma enzima chamada monoamina oxidase, ou MAO.

Contudo, a videira da planta Caapi contém um inibidor de MAO. Este inibidor permite que o DMT da planta Psychotria atravessa o estômago e entre em nossa corrente sanguínea. Ao chegar ao cérebro, causa uma ativação da glândula pineal, produzindo um estado semelhante ao de um sonho lúcido, mas sem a necessidade de estar dormindo.

Em resumo, esta é a ciência essencial por trás das jornadas de Ayahuasca. No entanto, a experiência real é algo totalmente diferente de se contemplar.

O Poder Curativo e de Reconexão da Ayahuasca

A Ayahuasca é frequentemente descrita como uma dose concentrada da natureza, destinada a nos ajudar a reconectar conosco mesmos e com o mundo natural. Ela ilumina a consciência de quem a usa, auxiliando o buscador a olhar mais profundamente para si mesmo, na fonte de seu trauma, doença e dor, ajudando na cura dessas aflições desde sua origem.

Nesse estado, também aprendemos a perceber a realidade em níveis mais profundos e fundamentais. A Ayahuasca ainda auxilia no desapego da identificação pessoal com os sistemas sociais e culturais modernos nos quais muitos de nós se encontram aprisionados. É por essa razão que a Ayahuasca, juntamente com suas medicinas irmãs como Iboga e Peyote, se tornaram conhecidas como sagradas medicinas vegetais e grandes plantas-mestras.

Enquanto muitos medicamentos modernos tratam doenças, depressão e afins em um nível sintomático, estas plantas-mestras vão mais fundo, permitindo que qualquer um mergulhe na raiz de seus desafios e os resolva de forma definitiva. Doenças, vícios, depressão e similares desaparecem quando nossa consciência é iluminada, brilhando sobre o ego subconsciente que nos prejudica sem que tenhamos consciência disso.

Algo particularmente notável sobre a Ayahuasca é que, uma vez vivenciada, o conceito da alma humana, do seu próprio espírito, torna-se muito concebível e diretamente experienciável. Isso abre um espaço de curiosidade interna para tentar compreendê-la em maior profundidade.

É crucial notar que essa experiência só se manifesta quando há uma intenção que a acompanhe. Para quem está familiarizado com a medicina, é amplamente aceito que essas experiências devem ser tratadas como sagradas e com grande reverência. É muito importante usá-la corretamente, pois a Ayahuasca nos abre para um estado de sonho de conexão com o mundo. Sem a energia de suporte de um xamã, é muito possível se perder na jornada, o que pode ser prejudicial à psique.

Isso não significa que a Ayahuasca seja inerentemente perigosa. Não é mais perigosa do que um martelo, que pode ser usado para construir uma casa ou para quebrar uma janela. Mas, verdadeiramente, essa medicina nos ensina a compreender que a intenção direciona a realidade que experienciamos. Entrar em uma jornada de Ayahuasca com a intenção de promover a cura versus ir com a intenção de apenas “fazer uma festa” resultará em duas experiências muito distintas.

Hoje, com milhares de depoimentos de pessoas que experimentaram a Ayahuasca em todo o mundo, os resultados parecem demonstrar que essa bebida sagrada pode nos proporcionar uma experiência de autodescoberta, reconexão espiritual e cura de nossos corações, desde que a utilizemos da maneira correta.

Relatos de Experiências Pessoais

Um participante compartilhou sua primeira vez com medicina vegetal, descrevendo a experiência como uma “montanha-russa”, algo intenso para processar, especialmente após quatro noites de cerimônias consecutivas. Ele mencionou que pesquisas sobre a Ayahuasca frequentemente citam a experiência da própria morte, o que era assustador inicialmente, representando um medo primordial.

Ele entrou na primeira noite com a intenção de pedir à Mãe Ayahuasca para ser gentil e facilitar a experiência. No entanto, ele relatou ter vivenciado sua própria morte repetidamente por horas, morrendo e renascendo incessantemente. Embora soasse aterrorizante, a experiência foi descrita como incrivelmente pacífica e sublime. Sua prática de meditação ajudou-o a manter a consciência de que, embora sentisse seu corpo morrer ou seus pensamentos se desorganizarem, era um “desapego de tudo que ele conhecia como si mesmo,” o que em retrospecto ele reconheceu como uma morte do ego.

Outro relato se conectou com a experiência da morte ao lembrar-se de sua avó falecendo no hospital. Ele testemunhou a transição da vida para a morte, observando a paz em seu rosto, mesmo em meio à dor física. Durante a Ayahuasca, ao experienciar sua própria morte de forma pacífica, ele percebeu que havia uma consciência atemporal e infinita por trás de sua experiência mortal, intocável e cheia de luz e amor.

Essa vivência o ajudou a aceitar a morte de sua avó e a sua própria. Embora ainda deseje viver plenamente, ele não tem mais tanto medo da morte. Na integração subsequente, percebeu que o medo da morte era a raiz de seus outros medos, gerando uma ansiedade constante. Agora, sente-se mais pacífico e capaz de processar emoções difíceis, pois sabe que tudo é impermanente, exceto essa consciência amorosa.

Para outro participante, o que era lido em textos espirituais sobre Budismo e Hinduísmo, como a natureza do espírito, só se tornou crível após essa experiência, validando conceitos que antes pareciam apenas agradáveis de se ouvir.

Rhythmia: O Nexus Espiritual

O destino da jornada compartilhada é um local chamado Rhythmia, que tem crescido em popularidade devido aos inúmeros relatos de cura milagrosa. O local é belíssimo, projetado de cima a baixo para facilitar uma experiência de cura profunda e transcendente.

Rhythmia oferece workshops, buffets orgânicos, massagens, limpezas de cólon, e muito mais. Tudo isso é estruturado em torno de quatro potenciais cerimônias, cada uma honrando uma tradição diferente de partes da América Central e do Sul.

Ao chegar, houve uma oficina de orientação onde se conheceram o fundador, conhecido como Jerry. Jerry contou sua história: por grande parte de sua vida, ele foi uma pessoa difícil, lutando contra vícios severos e sendo cruel com todos ao seu redor. Mesmo buscando ajuda de psicólogos renomados, nada parecia funcionar.

Sua vida mudou ao ser convidado para a Costa Rica para experimentar uma medicina vegetal chamada Ibogá. Embora fosse uma experiência diferente da Ayahuasca, ele seguiu as instruções do xamã, deitou-se e usou uma venda. Ao ser testado para ver se conseguia ver o dedo do xamã através da venda, ele viu, confirmando que a experiência ia além do físico.

O xamã o instruiu a ver o teto e depois a fazê-lo desaparecer. O teto sumiu, dando lugar ao céu estrelado. Jerry foi guiado a pular para uma estrela e, em seguida, voar até a Lua, deixando seu corpo para trás. Lá, ele encontrou uma tela de TV antiga onde um cursor digitou: “Olá, Jerry”, comunicando-se com o espírito da Lua.

A Lua o ajudou a entender a raiz de sua crueldade, mas ele precisava encontrar sua alma. A alma apareceu como uma versão infantil de si mesmo, guiando o Jerry adulto por seu passado e revelando a origem de sua crueldade: um abuso horrível sofrido na infância por um familiar. Esse trauma o desconectou do mundo e de si mesmo, fazendo seu coração azedar e apodrecer.

A alma o guiou a perdoar os responsáveis, um ato que o libertou da dor do passado. Depois disso, ele voltou à Lua, onde o cursor digitou: “Até mais, Jerry.” Ao retornar ao corpo físico, o xamã tirou a venda e sorriu, dizendo: “Feliz aniversário, cara.” Jerry recebeu um novo coração e, pela primeira vez desde a infância, sentiu amor genuíno. Ele se tornou um homem mudado, falando com os outros participantes do retiro, algo incomum para ele.

No ano seguinte, Jerry realizou inúmeras cerimônias, explorando diversas medicinas xamânicas. Guiado pela Lua, ele abandonou seus negócios anteriores para criar um espaço de cura significativo, que se tornaria Rhythmia. Ele foi instruído a usar a Ayahuasca para cerimônias em grupo e a construir o local que seria um nexus espiritual.

O que mais encanta nesse centro é a fusão da tradição xamânica de milhares de anos com um ambiente moderno e luxuoso, oferecendo um equilíbrio para quem deseja mergulhar, mas talvez não esteja pronto para a imersão total na selva.

Os Quatro Tipos de Jornadas de Ayahuasca

Durante a orientação, o fundador explicou os quatro tipos principais de jornadas de Ayahuasca:

  • Jornada de Corpo (Purgação): A medicina identifica bloqueios que impedem a intenção de cura e ajuda a removê-los através da purgação. Purgação não é assustadora; é um processo natural de liberação de emoções estagnadas, que pode ocorrer rindo, arrotando, bocejando, dançando ou, sim, vomitando. Isso libera a energia antiga das feridas, permitindo que amor e cura cheguem.
  • Pinta (Visões): Onde o participante começa a ver visões, que podem ser redemoinhos de luz, geometria sagrada, ou até pessoas e animais conhecidos.
  • Consult (Conversa): Se o ser da visão iniciar uma comunicação com o participante, a jornada se torna um “consultório”, uma troca de informações.
  • Anata (A Mais Rara): A medicina induz um estado de sono profundo, onde o participante não parece experimentar nada conscientemente. A tradição colombiana acredita que o espírito da medicina viaja pela linhagem ancestral e pelo histórico genético, reparando traumas de vidas passadas ou de ancestrais. Ao despertar, a pessoa sente um profundo conhecimento ou evolução, mesmo sem ter tido visões ou purgações diretas.

Experiências Pessoais de Cura e Desafios

Um participante que nunca havia usado substâncias psicoativas antes, foi do zero à “mãe” (Ayahuasca) em uma semana, combinando isso com respiração (breathwork). Ele descreveu a primeira sessão como algo intenso, revelando como tudo o que processamos — o que comemos, assistimos, fazemos — se torna parte de nós. Durante a cerimônia, ao tomar a Ayahuasca e receber “woof” (respiração cerimonial), ele se viu deitado, incapaz de se mover, em um estado que comparou à paralisia do sono, mas consciente.

Ele descreveu ter morrido mais de mil vezes, sentindo agonia, dor e sofrimento extremos, um mundo de perda de esperança. Essa dor o fez sentir empatia pelas crises de pânico de sua namorada, algo que antes ele julgava. Ele chorou pela alma dela e, ao despertar, sentiu-se sendo “assoprado” e renascendo como uma nova criatura, um novo ser humano.

Outro relato descreveu ter se sentido como um inseto no corpo, depois sentiu a natureza (vento, árvores, outros insetos) conversando com ele. Em seguida, transformou-se em um lobo siberiano olhando as estrelas, percebendo que poderia ser qualquer coisa viva. Depois, tornou-se seu namorado, sentindo o amor dele por ela de forma inquestionável, limpando dúvidas sobre o amor de seus entes queridos. Finalmente, tornou-se Alberto, um amigo conhecido, sentindo até seu sotaque peruano, e ouviu a mensagem: “Eu sou você. Eu sou todos. Eu sou qualquer coisa no mundo.”

Este participante concluiu que tudo o que vivenciou — bom ou ruim — estava dentro dele, e que a lição era que “somos um”. Ele sentiu-se livre do que costumava se preocupar.

Para alguém com ansiedade severa e depressão, a primeira cerimônia foi de profunda quietude, um estado de imobilidade que nunca havia sentido. A ansiedade, que sempre foi intensa e agressiva, foi curada em uma única noite, permitindo-lhe ser presente pela primeira vez.

Outro participante relata uma experiência de renascimento espiritual onde seu ser foi dividido em dois corpos: um masculino derrotado e um corpo feminino morto. Ambos foram colocados em um pote e fervidos em um inferno que gerou fumaça, destruindo a energia residual dessas duas partes de si mesmo, que foram reconstruídas alquimicamente em um novo corpo. Um ser supremo, que ele identificou como o deus sol Rá, soprou o “sopro da vida” em suas narinas, e ele emergiu como um novo ser consciente. Ele viu o xamã e outro ser sorrindo, dizendo: “Bem-vindo à sua nova vida.”

O Combate ao Âncora de Ataque Psíquico

Um participante narrou ter sentido desconforto abdominal que evoluiu para dor intensa na primeira cerimônia, sem receber clareza, apenas sofrimento. A Mãe Ayahuasca percebeu e enviou um xamã para ajudar com orações e loções, mas a dor persistiu. Ele orou a Deus, e então um ser de poder criativo supremo, que ele identificou como o deus sol Rá, apareceu em uma armadura de anime, lançando um chicote na barriga do indivíduo, que se prendeu a algo.

Essa entidade começou a puxar algo escuro e maligno de seu abdômen. O participante percebeu que este era um “âncora de ataque psíquico” que havia sido plantado em 2012, após ele consumir um comestível de cannabis concentrado demais, o que o deixou paranoico por dois dias em um porão. Esse âncora invisível fornecia à sua mente a autodepreciação necessária para arruinar sua própria vida, resultando em más parcerias, perda de respeito e energia cármica negativa.

Rá demorou muito para retirar o âncora do sol. Depois de dois dias de luta intensa, o âncora rachou e se dissolveu. No entanto, descobriu-se que ele tinha uma armadilha: ao ser removido, liberava um resíduo líquido escuro, uma “gosma preta,” que continuava a manipulá-lo de dentro. Ele passou os dias seguintes lutando contra essa substância venenosa, até que finalmente, após quatro dias de cerimônia, a última parte foi removida, e sua alma pôde respirar.

Ele percebeu que a limpeza interna (hábitos ruins) e externa (relações insalubres) eram espelhadas. Ele precisava reescrever conscientemente seus padrões de pensamento negativos. A história foi contada para validar a seriedade dos ataques psíquicos e para que outros também possam buscar essa verdade.

A Importância da Integração e do Suporte

O trabalho de respiração (breathwork) é fundamental no centro, sendo usado de forma mais intensa ao final da semana para amarrar pontas soltas das experiências cerimoniais e ajudar na integração. É uma ferramenta que pode ser usada diariamente após o retorno para casa, ajudando a manter a alta vibração alcançada.

A Ayahuasca não muda sua vida sozinha; ela oferece a oportunidade. Lugares como Rhythmia fornecem o suporte necessário, como limpezas e aulas, para implementar as mudanças. Ao se reconectar com a natureza e a harmonia, percebe-se que, embora a sociedade nos afaste desse estado, a medicina nos traz de volta à nossa essência.

A experiência da Ayahuasca expõe a verdade: tudo está conectado; nada acontece por acidente. Mesmo o mal está sob o “arco do amor”, um conceito complexo, mas que força a reconhecer que todos desempenhamos papéis na consciência coletiva e que temos a escolha de mudar o papel que estamos interpretando.

Após a jornada, a pessoa se sente mais clara, mais sábia, e com uma nova perspectiva sobre o que realmente importa na vida. A cura é contínua, e o desapego de antigas formas de pensar e agir é um processo ativo.

Perguntas Frequentes

  • Como a Ayahuasca é preparada tradicionalmente?
    A bebida é preparada tradicionalmente combinando as folhas de Psychotria viridis (fonte de DMT) com a videira de Banisteriopsis caapi (que contém o inibidor de MAO), resultando em uma infusão espessa.
  • O que significa “purgação” durante uma cerimônia de Ayahuasca?
    Purgação é a liberação de antigas emoções estagnadas e toxinas do corpo, que pode manifestar-se através de riso, bocejo, dança, ou vômito. É considerada uma parte natural e benéfica da limpeza.
  • É possível que a Ayahuasca cure doenças físicas, como câncer?
    Existem relatos anedóticos de curas profundas após o uso, como a expulsão de doenças, mas a medicina é mais amplamente reconhecida por seu papel em tratar as raízes emocionais e psicológicas de enfermidades.
  • Qual a importância da intenção antes de consumir Ayahuasca?
    A intenção é crucial, pois ela direciona a realidade da experiência; intenções focadas em cura levam a resultados diferentes de intenções voltadas apenas para o lazer.
  • O que é o estado “Anata” na experiência de Ayahuasca?
    Anata é o tipo mais raro de jornada, onde o participante parece dormir profundamente e não experimenta conscientemente nada, mas acredita-se que a medicina está trabalhando no histórico genético e ancestral para reparar traumas.

A jornada de autodescoberta, reconexão espiritual e cura proporcionada pela Ayahuasca é profundamente transformadora. Ela nos convida a ver a verdade e a assumir a responsabilidade por nossa própria cura e evolução, impactando não apenas nosso caminho individual, mas a consciência global.