A Técnica de Energia Mais Poderosa Que Já Encontrei (A Técnica do Quadro)

O Exercício de Energia Mais Poderoso para Transformação Interna

Descubra uma técnica energética incrivelmente simples que pode transformar sua energia de dentro para fora e mudar fundamentalmente sua maneira de interagir com o mundo e consigo mesmo. Este método tem se mostrado eficaz em diversas situações, inclusive ajudando pessoas a se libertarem de padrões de relacionamento desgastantes.

Em um evento recente, foi demonstrado como essa técnica auxiliou alguém que se via constantemente presa a um relacionamento com um parceiro de estilo de apego evitativo, caracterizado pela falta de comunicação clara e distanciamento. A pessoa percebeu que sempre que se afastava, o parceiro se aproximava, um ciclo vicioso que a impedia de seguir em frente. Após aplicar o exercício de energização no palco, que envolvia soltar energeticamente a conexão e trazer essa energia para dentro de si, a transformação foi imediata. No dia seguinte, relatos indicaram que o parceiro havia se manifestado intensamente, demonstrando a mudança na dinâmica energética.

A Importância da Energia Contida

O que ocorre quando você traz a energia de volta para o seu corpo é uma mudança perceptível para os outros. Uma das formas mais comuns de repelir pessoas ou criar desconforto inconscientemente é quando nossa energia não está contida.

Muitas vezes, projetamos nossa energia sutilmente para fora, especialmente se, na infância, não nos sentíamos seguros. Para sobreviver, expandimos nosso campo de energia para incluir o ambiente, na tentativa de monitorar e garantir a segurança. Essa energia expandida, mas não poderosa ou magnética, acaba sendo sentida pelos outros como uma **energia intrusiva ou repulsiva**, porque não está contida dentro de nós. O objetivo deste exercício é justamente promover a segurança interna, fazendo com que a energia fique contida e regulada dentro do próprio corpo.

Entendendo a Separação Sujeito-Objeto

Esta técnica é particularmente transformadora para aqueles que se atraem por temas de energia e sensibilidade, muitas vezes sem terem integrado completamente o conceito de **diferenciação sujeito-objeto** desde a infância.

Quando somos empáticos e sentimos a energia dos outros profundamente, podemos erroneamente acreditar que estamos conectados a todos, sabendo o que pensam e suas intenções. Embora isso possa parecer um dom espiritual, frequentemente é um mecanismo de sobrevivência aprendido.

Se você não se sentia seguro na infância, inconscientemente expandiu seu campo energético para abranger o ambiente. Isso pode levar a comportamentos como:

* Sentir-se responsável por aliviar a tensão nos ambientes, pois se sentir seguro dependia de manter a harmonia externa.
* Acreditar que, por estar conectado, precisa gerenciar e “consertar” o que os outros sentem.

Para empaths, a falta dessa diferenciação (sujeito vs. objeto) significa que eles acabam absorvendo o “lixo” alheio, o que se torna um fardo pesado a longo prazo. Isso pode levar a bloqueios nos relacionamentos, pois estar conectado significaria carregar um peso permanente de responsabilidade pelos sentimentos dos outros.

Essa dinâmica se manifesta como a crença de que é preciso ser perfeito ou sempre agradável para ser amado, sintonizando constantemente as emoções do outro para garantir a própria segurança.

A Origem da Técnica e a Prática

A origem da técnica remonta a experiências vividas em um retiro de transformação em 2017, onde uma professora de consciência ensinava sobre a energia das pessoas. Ela pedia que todos enviassem energia para ela, o que foi percebido como intrusivo. Em seguida, instruiu todos a trazerem a energia de volta para seus corpos. Esse movimento de **retorno da energia** criou um efeito magnético, pois a pessoa fica aterrada e não precisa de nada externo para se sentir bem.

Anos depois, essa prática foi aprofundada com um coach de integração de sombra, psicólogo com foco em Carl Jung, que ajudou a integrar essa percepção na vida cotidiana.

A base conceitual envolve a ideia de **uns e zeros** (o Eu e o Outro). Embora espiritualmente reconheçamos que somos uma só consciência, focar apenas nisso pode fazer com que o foco no “eu” pareça egoísta. O que é necessário é equilibrar:

* **Focar no Um (o Eu):** Manter a separação e o foco em si.
* **Focar nos Zeros (o Outro):** Reconhecer o espaço e a separação.

A técnica, que foi apelidada de **”Técnica da Moldura” (Frame Technique)**, é um processo simples de respiração e foco visual (originalmente ensinada olhando para uma chama de vela):

1. **Inspiração:** Focar na separação entre você e o objeto (ou pessoa/ambiente). Manter os olhos fixos no ponto focal (como a chama).
2. **Expiração:** Relaxar e colocar a atenção no **periférico** (os zeros, ou tudo o que está ao redor do objeto de foco).

Ao praticar repetidamente, você começa a sentir a separação entre você e os outros, e entre você e o ambiente (paredes, chão, teto). Isso permite que a energia volte para o seu corpo, promovendo calma e regulação interna, sem depender de mudanças externas para se sentir seguro.

Você passará a reconhecer padrões antigos: o desejo de ser agradável, de dar demais, de compartilhar em excesso ou de consertar situações, tudo como um mecanismo para se sentir seguro.

O Desafio da Contenção Própria

Ao trazer a energia de volta, você se torna mais consciente de suas próprias emoções e do que é seu versus o que é dos outros. Isso pode ser desconfortável inicialmente, pois ao parar de se distrair com o exterior, emoções não processadas podem surgir. No entanto, essas emoções estão vindo à tona porque você, finalmente, parou de se dispersar e está começando a estar presente consigo mesmo.

Um passo crucial é permitir que outras pessoas sintam tensão ou tenham emoções sem que você se sinta responsável por gerenciá-las ou corrigi-las.

Ao praticar este simples exercício, focando no espaço entre você e os outros, e entre você e o ambiente, você começará a se sentir mais contido e seguro em seu próprio corpo. O ideal é praticar este exercício diariamente por pelo menos 21 dias para começar a notar mudanças significativas nos padrões energéticos da sua vida.

Perguntas Frequentes

  • Como a técnica ajuda a superar a atração por relacionamentos problemáticos?
    Ao recontar sua energia para dentro do corpo, você se torna menos dependente da validação externa e menos propenso a sentir a responsabilidade de “consertar” ou gerenciar a energia dos outros, diminuindo a atração por padrões evitativos ou de carência.
  • O que é a diferenciação sujeito-objeto no contexto energético?
    É a capacidade de reconhecer claramente onde você termina e onde o outro começa, energeticamente falando. É fundamental para empaths que tendem a expandir seu campo para incluir e absorver o ambiente.
  • Por que sentir emoções não processadas ao praticar o exercício?
    Quando você para de dispersar sua energia tentando consertar ou se preocupar com os outros, você finalmente se permite estar presente consigo mesmo, o que permite que sentimentos reprimidos venham à superfície para serem processados.
  • Qual o tempo recomendado para praticar este exercício?
    A sugestão é praticar o exercício repetidamente por 21 dias consecutivos para começar a sentir uma separação e transformação significativas em seus padrões energéticos.
  • Qual a melhor forma de começar a focar na separação energética?
    Comece focando conscientemente no espaço entre você e um objeto fixo, como uma parede ou, na prática original, uma chama, focando na separação na inspiração e no ambiente ao redor na expiração.